SESC
Convidada em São Paulo para recuperar a Pompéia por meio da construção de um Centro de Lazer a arquiteta, Lina Bo Bardi, ao adentrar pela primeira vez na Fábrica de Tambores Pompéia, em 1976, percebe o seu potencial estrutural e a necessidade de apenas pequenos ajustes nesse espaço de qualidade.
As Fábricas eram estruturadas em concreto armado, utilizavam o sistema do pioneiro Hennebique, tinha seus galpões distribuídos de forma racional conforme projetos ingleses de meados do século XIX. Não foi apenas o promissor edifício que deu combustível a idéia da criação do Centro de Lazer; em outra visita as Fábricas, ela se atenta para a ocupação dos pavilhões, feita por crianças, pais, anciões, que se apropriavam do lugar e o davam alegria e vida. Essas cenas populares serviram de premissa para o conceito do projeto, que nos chamam a atenção até hoje, o objetivo de conservar o uso por parte dessa parcela da população foi alcançado, pois ao visitarmos o conjunto, vemos que realmente ocorre essa apropriação de jovens, adultos e idosos acontece.
As Fábricas eram estruturadas em concreto armado, utilizavam o sistema do pioneiro Hennebique, tinha seus galpões distribuídos de forma racional conforme projetos ingleses de meados do século XIX. Não foi apenas o promissor edifício que deu combustível a idéia da criação do Centro de Lazer; em outra visita as Fábricas, ela se atenta para a ocupação dos pavilhões, feita por crianças, pais, anciões, que se apropriavam do lugar e o davam alegria e vida. Essas cenas populares serviram de premissa para o conceito do projeto, que nos chamam a atenção até hoje, o objetivo de conservar o uso por parte dessa parcela da população foi alcançado, pois ao visitarmos o conjunto, vemos que realmente ocorre essa apropriação de jovens, adultos e idosos acontece.
Contrapondo-se a morfologia horizontal dos galpões, a arquiteta concebe uma estrutura vigorosa para o centro esportivo, formado por duas torres de concreto ligadas por passarelas. A “cidadela”, como Lina a chamava, completa o conjunto e marca a paisagem do bairro com um profundo sentimento de identidade. O edifício de esportes, foi projetado em concreto protendido, a ventilação cruzada foi feita por meio de “buracos”, chamadas pela arquiteta de “janelas-buracos-livres”, que são rasgos feitos na parede de concreto, que criam enquadramentos da cidade; o sentimento de se estar diante destas janelas pode ser o de liberdade da corrente de ar provocados pelo cruzamento e altura, e a beleza dos enquadramentos aleatórios nestas “molduras orgânicas” da cidade. Como disse a arquiteta: “A parte antiga e o bloco desportivo, com torre-caixa-d’água, os vestiários e os decks ficaram ligados, formando um conjunto bastante agradável."
Ele possuí: teatro com 800 lugares, restaurante, choperia, área de convivência, galpão, biblioteca, área de vídeo, 7 oficinas de artes, laboratório fotográfico, piscina aquecida com deck solário, ginásio de esporte, 3 ginásios com 6 quadras poliesportivas, 4 salas de ginástica e dança, 5 consultórios odontológicos, bar-café e lanchonete.
Informações técnicas:
Data de inauguração: 22/01/1982
Área do terreno: 16.573 m²
Área construída do conjunto esportivo: 11.360 m²
Área construída da fábrica: 12.211 m²
Área construída total: 23.571 m²
Capacidade de atendimento: 5.000 pessoas/dia
Endereço:
Rua Clélia, número 93,
Bairro Pompéia, São Paulo – SP
Horário de funcionamento:
terça a sábado, das 9h às 22h
domingos e feriados, das 9h às 20h
VISITA
Nossa visita começa com um primeiro olhar admirável ao adentrar no SESC Pompéia, ele que se volta para as fábricas restauradas, em frente ao restaurante, que são distribuídas ao longo de uma rua que culmina em um deck de onde são vistos os edifícios de esporte e a caixa d’ água. As fábricas foram restauradas com adição de estruturas de aço, com treliças aparentes no teto, algumas telhas de vidro, rampas, escadas, divisórias em concreto, e foram presenteadas com todo mobiliário desenhado pela arquiteta.
O primeiro galpão abriga a Biblioteca e a Sala de Leitura, com uma capacidade para 28 pessoas, nele foi montada uma exposição de “Luz e Sombra” muito interessante e com um público de visitantes sobretudo de crianças. O próximo abriga várias oficinas de arte e artesanato, onde nos deparamos com pessoas ensaiando livremente para peças de teatro. O galpão em frente é utilizado pelo restaurante com opções self-service e prato rápido, que atende principalmente os usuários do próprio Centro de Lazer, nele os sanitários também possuem peculiaridades, com seus mosaicos.
Outro galpão abriga o Teatro SESC Pompéia, que foi projetado com duas platéias em lados opostos e com balcões em balanço que também se prolongam pelas laterais, para Lina os espetáculos não deveriam acontecer apenas no palco, mas também a arquitetura deveria despertar a capacidade dos espectadores vivenciarem o espaço teatral. Nele, sua arquitetura por meio da estranheza e do desconforto, distancia e envolve os espectadores; e segundo a arquiteta, como a cultura brasileira não possui o “culto ao belo” na mesma proporção que as culturas das elites européias, ela explorou o “feio” no teatro por sua capacidade de comunicar sua mensagem e não pela sua estética. As cadeiras de maneira, sem estofado, não são desconfortáveis ao acaso, exprimem uma crítica a sociedade de consumo. Como foi dito pela arquiteta: “Por quanto se refere a dita cadeirinha, toda de madeira e sem estofado, é de observar: os autos da Idade Média eram apresentados nas praças, o público de pé e andando.” Outra estratégia utilizada pela arquiteta foi o uso da distorção visual que a forma retangular do “palco-sanduíche” propõe aos espectadores, que confere um aspecto cenográfico deformado. O foyer foi criado em numa rua intermediária entre dois blocos dos galpões, cobertos por telhas de vidro e fechado por treliças aparentes.
Teatro corte transversal. Arquivo Instituto Lina Bo Bardi, SP
Teatro visto do palco em direção a uma das arquibancadas, percebendo-se as galerias.
Vista do Foyer, no teto as treliças em estrutura metálica, foto tirada na visita.
Vista no dia da visita do deck utilizado por crianças. Foto tirada na visita.
Vista superior do deck ocupado pela população que toma sol,
imagem extraida do google earth.
Na piscina do edifício esportivo senhoras faziam hidroginástica, nos andares superiores vimos as grandes quadras poliesportivas, ventiladas naturalmente por aqueles rasgos no concreto. No mesmo edifício, chamou atenção a sala de musculação quase lotada, com uma ventilação natural tão agradável, que deveria proporcionar horas a mais de exercícios com esse ar fresco e as vistas da cidade.
Vista da Quadra Poliesportiva emoldurada pela "janela-buraco".
Foto tirada da "janela-buraco" mostrando os galpões.
O acesso aos demais andares sobre a piscina aquecida, ocorre por meio de um edifício ao lado de circulação vertical, que é ligado ao de esportes por meio de passarelas de concreto protendido que se entrelaçam no céu e evidencia essa arquitetura que provoca sensações.
O projeto é um exemplo da arquitetura moderna que estava sendo construída do Brasil, sobretudo da “livre” experimentação dos ideais sociais e técnicos como a criação de espaços artísticos culturais para o povo e o uso das potencialidades do concreto. Ao se olhar as antigas fábricas de tijolinho com um novo uso, somadas as torres de concreto protendido, a o deck e a caixa d’água de concreto em "renda”, percebemos o cuidado da arquiteta em preservar o presente histórico, daquela época, para recuperar a “memória coletiva do lugar” e em criar novos espaços no contexto do Modernismo.
Vista para as passarelas de concreto protendido. Foto tirada na visita.
Estudo para o galpão de atividades gerais, SESC Pompéia, 1977, Lina Bo Bardi.
Lina demonstra neste projeto uma sensibilidade em manter a implantação, e a arquitetura dos galpões, como partido fundamental do projeto, apenas introduzindo no seu espaço elementos com o poder de transformar o lugar, como plataformas para leitura, arquibancadas e balcões para o teatro, lâminas d’água, bancos...A obra tem um caráter dinâmico de espaço, em que ao mesmo tempo que alguém toca uma música, o outro lê e, logo ali, as crianças brincam por entre os espaços de oficina. A arquiteta conseguiu fazer desse espaço um espaço de troca, através dessa dinâmica do espaço.
E a maneira com que o projeto se relaciona com o bairro também determina a qualidade do projeto. A quadra foi redesenhada, na medida em que todo o centro é estruturado por uma rua interna que chega aberta até a rua pública, e até o deck que articula o centro esportivo aos demais edifícios. Por todas estas características, podemos dizer que o SESC Pompéia é a realização de uma experiência em que a realização de um programa e de sua arquitetura implicou, na criação de um lugar de grande significado
para a cidade de São Paulo. Disso tudo é visível a apropriação do lugar, que tem vida, almas e alegrias.
para a cidade de São Paulo. Disso tudo é visível a apropriação do lugar, que tem vida, almas e alegrias.
Maquete do Edifício de Esportes e o de circulação, em frente as fábricas.
Croqui entrada do SESC Pompéia.
Lina Bo Bardi, estudo para o conjunto dos edifícios, 1977.
Lina Bo Bardi, estudo para a lanchnete, 1977.
Lina Bo Bardi, estudo para o galpão de atividades gerais, 1977.
ROTEIRO E PERCEPÇÕES DA VIAGEM
Viagem de estudos - Arquitetura em São Paulo, da disciplina de Teoria e Crítica da Arquitetura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Uberlândia, realizada no dia 26/11/09 e orientada pela Professora Maria Beatriz Camargo Capello.
Dia 27/11: a primeira visita foi ao SESC Pompéia, projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi, conhecemos o projeto por meio das nossas próprias percepções do local, e também auxiliados pela professora Beatriz Capello e o material que recebemos com textos, plantas e cortes. Essa primeira visita me trouxe novas percepçõesnessa “redescoberta” da arquitetura moderna, não ao acaso escolhi esse projeto para analisar neste blog. O próximo destino não menos interessante, foi a FAUUSP, do arquiteto Vilanova Artigas; onde podemos após um passeio e uma conversa com a professora da própria universidade, Beatriz Kuhl, ter um olhar crítico sobre uma faculdade que apesar do seu importante vão símbolo de uma arquitetura social que promove encontros, passa hoje por uma crise na manutenção de sua cobertura. Ainda na USP vimos o canteiro de modelos experimentais dos alunos da faculdade de arquitetura e urbanismo, que no dia estavam trabalhando em uma cobertura vegetal; e fomos à feira do livro.
Foto tirada no dia da visita de um dos modelos que os próprios alunos da Faculdade constroem, este finalizando a cobertura vegetal.
Foto tirada na visita da cobertura com algumas partes limpas, o chão com poças formadas que pingam das estalactites na cobertura.
28/11: fomos as duas casas de Vila Nova Artigas, a primeira é uma casa que chama a atenção pelo seu baixo pé-direito, por não apresentar uma fachada pincipal e pela sua peculiar distribuição dos ambientes com seu "ponto G" de onde podemos ter uma visão de todos ambientes. A segunda foi vista por fora, percebemos os traços dos planos modernos e seus panos de vidro. A próxima visita foi à Casa Modernista de Gregori Warchavik, que hoje é conhecido como Parque Modernista, aonde além da casa vimos uma exposição de alguns ambientes modernos, além do vídeo que mostrava toda a história da casa com seus antigos moradores; e nela chama a atenção os armários e a janela de vidro que não é interrompida na esquina. Depois fomos ao Centro Cultural São Paulo, um projeto horizontal de Eurico Prado Lopes e Luis Benedito Telles, de concreto e aço, com suas grandes rampas; em que podemos conhecer um grande centro que a população utilizava para ver as exposições, os vídeos, apresentações, ir ao café, ou ficar no jardim aberto no segundo pavimento.
Foto tirada no dia da visita da Residência do Arquiteto, mostrando o baixo pé-direito.
Casa Modernista de Gregori Warchavik, com seus traços retos e com a janela de esquina à esquerda."
"Não querendo copiar o que na Europa está se fazendo, inspirado pelo encanto das paisagens brasileiras, tentei criar um caráter de arquitetura que se adaptasse a esta região, ao clima e também às antigas tradições desta terra. Ao lado de linhas retas, nítidas, verticais e horizontais, que constituem, em forma de cubos e planos, o principal elemento da arquitetura moderna, fiz uso das tão decorativas e características telhas coloniais e creio que consegui idear uma casa muito brasileira, pela sua perfeita adaptação ao ambiente." Gregori Warchavchic, 1928.
Detalhe da ligação do pilar em estrutura metálica com a parte em concreto, do Centro Cultural São Paulo.
29/11: visita à Sala São Paulo, na Estação Júlio Prestes, de Cristiano Stockler das Neves e Nelson Dupré. Ela tem a capacidade para 1500 pessoas, é a cede da Orquestra Sinfônica de São Paulo, é a maior e mais moderna sala de concertos da América Latina; e é composta por vários elementos que contribuem para a acústica como o acabamento dos pilares, as placas móveis no teto e elementos adicionados nos camarotes. Construída no Estilo Luís XVI, a antiga estação era a principal das muitas pertencentes à Linha Sorocabana, principal fluxo de escoamento do café, em seu ápice na economia brasileira, na primeira metade do século XX. Visita ao Parque da Juventude de Aflo Aflalo, Gasperini e Rosa Grena Kliass; que substituiu a Casa de Detenção Carandiru por uma grande área verde, com esporte, lazer e turismo. Depois 6hs da peça Cacilda "Estrela Brazyleita a Vagar", no Teatro Oficina, projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi; onde podemos reviver alguns aspectos daquela época e aprender desde a história do teatro carioca daquela época até viver a crítica sobre o estado em que se encontra o teatro atualmente, uma experiência de emoções sentidas a todos os momentos, prinipalmente quando participamos das cenas até quando ficamos na "platéia" muito próximos da apresentação sentindo de perto as vibrações das cenas.
Sala São Paulo na Estação Júlio Prestes, com capacidade para 1500 pessoas, 22 camarotes no mezanino, parte do palco móvel para a troca de orquestra e corais, e elevador para o piano.
Parque da Juventude, corte das quadras esportivas.
Caminho na mureta entorno do antigo Carandiru, no Parque da Juventude.
Teatro Oficina, perspectiva de Edson Jorge Elito a partir de concepção original de Lina Bo Bardi. Fonte: Escritório Arquiteto Edson Elito.
Teatro Oficina, corte 2 do projeto de Lina e Elito. Fonte: Escritório Arquiteto Edson Elito.
"Como estamos passando não por uma era de mudanças mas por uma mudança de Era, queremos criar com a renovação da natureza as potencializações que este movimento social e cósmico nos propicia. Estamos nos excitando com tesão adolescente de 20 anos, os de todas as idades, e revividos aqui agora, potencializados pela evolução da Era Digital para a travessia do portal da superação da Crise de todos os sistemas, ideologias, religiões."(Folheto distribuído pelo teatro,pg2.)
Foto do Teatro Oficina após a peça Cacilda.
30/11: fomos ao centro de São Paulo, onde visitamos o Edifício Copan, do arquiteto Oscar Niemyer, onde podemos entrar em alguns apartamentos, inclusive um com o banheiro bem maior que a cozinha...Com seus 140 metros de altura com mais de 5.000 moradores, com suas pastilhas em péssimo estado. Visitamos também a Sede do IAB, o Pátio do Colégio. No Mercado Municipal, almoçamos e encontramos além da belíssima estrutura antiga e da nova metálica, que abriga a praça de alimentação, belos vitrais. Andamos pela Avenida Paulista e fomos ver um interessante filme no Cinesesc "Bill - A visão do Mestre".
Foto do Edifício Copan de baixo de chuva.
01/12: MASP Museu de Arte de São Paulo, da arquiteta Lina Bo Bardi, com seus setenta metros de vão, oito metros de pé direito livre, apoiado sobre quatro pilares ligados a duas vigas de concreto protendido da cobertura e duas grandes vigas centrais para a sustentação do andar que abriga a pinacoteca do Museu. O grande vão livre representa um local para que ocorram manifestações livres de todos os tipos. Museu Brasileiro da Escultura do arquiteto Paulo Mendes da Rocha que foi implantado de uma maneira a explorar a topografia do terreno, no projeto não existe uma fachada principal, lateral ou frontal. Ele é caracterizado por conter pórticos e planos, sua configuração espacial acontece através de um jogo estrutural proporcionado por uma composição de elementos construtivos tradicionais, no caso os pilares, vigas, lajes e paredes de concreto armado; e assim como o MASP possuí um vão livre que acolhe e promove encontro ente as pessoas.
Foto tirada do alto do Edifício Copan, de onde se vê o MASP e a flexa que sua viga sofreu.
Foto tirada do nível mais baixo de uma das entradas do museu, nota-se o "jogo"com a sua topografia, e o grande vão livre que fica sobre o museu que acontece enterrado.
02/12: Bienal, muito critcada a Bienal deste ano peca quanto a qualidade e de alguns projetos, sobre os da Copa, não era o que me interessava naquele momento, os que ficaram na memória, vistos com mais atenção foram os de Portugal e da França. Lá ocorreu um debate sobre o Patrimônio e Espaço Urbano, a respeito das ações em centros urbanos, muito interessante em que foi levantada a questão da necessidade de se construir o projeto do arquiteto Jacques Herzog, presente na mesa de debates, onde ocorreram até protestos com faixas e tudo mais...
Foto do Projeto do Teatro de Dança no Bairro da Luz, projetado pelo arquiteto Jacques Herzog.
03/12: Pinacoteca do Estado com paredes de tijolos aparentes e amplas janelas o edifício espressa a verdade dos materiais, e tem seus pátios internos cobertos, seu telhado recuperado, e iluminação adequada para abrigar as exposições. Ela foi projetada por Francisco de Paula Ramos de Azevedo, e possuía um estilo neo-renascentista italiano, entre 1897 a 1900, na área do Parque da Luz, que abrigava o Liceu de Artes e Ofícios; e sofreu uma reforma projetada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha.O Edifício Harmonia, que foi um dos projetos apresentados nesta Bienal, ele nos passa a sensação de vida em meio a construção de concreto, suas paredes externas são encobertas por uma vegetação que "brota" do concreto, a obra é composta por dois blocos de dois pavimentos interligados por rampas e um deck de madeira e aço.
Foto no interior da Pinacoteca, mostrando os tijolinhos aparentes, as passarelas em aço, a iluminação natural da cobertura e as aberturas.
Foto do Edifício Harmonia, Typique.
REFERÊNCIAS
RUBINO, Silvana; GRINOVER, Marina. Lina Por Escrito, textos escolhidos Lina Bo Bardi. São Paulo: Cosac Naify, 2009.
Site oficial SESC http://www.sescsp.org.br/
Visita técnica orientada pela Professora Beatriz Capello, realizada pela disciplina de Teoria e Crítica do curso de Arquitetura e Urbanismo e Design da Universidade Federal de Uberlândia.






















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